Projeto de Lei nº 216/2005
Denomina Rua Tenente Coronel João Bosco
Balestrero Florio, o logradouro público
inominado, no Distrito de Jabaquara.
A CÂMARA MUNICIPAL DE SÃO PAULO decreta:
Art. 1º Fica denominada Rua Tenente Coronel João Bosco Balestrero Florio, o logradouro público inominado, delimitado entre a Rua Rishin Matsuda e Avenida João Barreto de Menezes, travessa da Rua Barão de Santa Marta, Vila Santa Catarina, Distrito do Jabaquara.
Art. 2º As despesas decorrentes da execução da presente lei correrão por conta de dotações orçamentárias próprias, suplementadas se necessárias.
Art. 3º Esta lei entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.
Sala das Sessões, em
Abou Anni
Vereador
JUSTIFICATIVA
O presente projeto de lei tem por escopo denominar o logradouro público inominado do município, delimitado entre a Rua Rishin Matsuda e Avenida João Barreto de Menezes, travessa da Rua Barão de Santa Marta, Vila Santa Catarina, Distrito do Jabaquara (doc. 01 - croqui).
JOÃO BOSCO BALESTRERO FLORIO, filho de João Florio e Carolina Balestrero Florio, nascido em São Paulo-SP aos 10 de junho de 1940, vindo a falecer em 05 de novembro de 1996 (doc. 02 – certidão de óbito).
Brilhante aluno dos mais tradicionais colégios da Capital, cursou Odontologia na Universidade de São Paulo, onde participou ativamente do Centro Acadêmico da Faculdade, formando-se Cirurgião Dentista no início da década de 60.
Em 1964, seu espírito de liderança o motivou a ingressar ao quadro de Oficiais Combates do Oficialato da Força Pública do Estado de São Paulo, atual Polícia Militar, onde atuou como intérprete por inúmeras ocasiões, visto dominar o idioma Inglês. Também laborou no Comando do Policiamento do Trânsito de Santo André, contribuindo na melhora da fluidez de tráfego do referido Município. Como Capitão, ainda comandou a Guarda do antigo Presídio do Hipódromo, nesta capital.
Registra-se ainda, que o mesmo foi um dos pioneiros da aviação na Polícia Militar, conhecido pelos policiais mais antigos por “Águia Zero”, visto que nos meados da década dos anos 70, já visualizava a necessidade do uso de aeronaves para apoio tático na Polícia Militar, utilizando aeronaves de asa-rotativa que produzia e pilotava. Por fim, terminou sua carreira como Tenente-Coronel da referida instituição.
Diante do exposto e, por ser medida justa a aprovação desta propositura pelo Douto Plenário da Edilidade Paulistana, conto com o apoio dos nobres pares.
Sala das Sessões, em
Abou Anni
Vereador